Adilson Marques(Dirigente do Luz do Redentor) Laranjal Paulista

Adilson Marques(Dirigente do Luz do Redentor) Laranjal Paulista
Devemos sempre c aminha em direção a Luz, nao desistir frente os tropeços, ter fé, Amar incondicionalmente, e buscar sempre o discernir para verdadeiramente EVOLUIR......PAZ ELUZ!

SERVOS DO AMOR

SERVOS DO AMOR

Hippolyte Léon Denizard Rivail

Hippolyte Léon Denizard Rivail
ALLAN KARDEC

Bezerra de menezes

Bezerra de menezes

sexta-feira, 8 de abril de 2011

FAMILIARES PROBLEMAS


Familiares Problema
Desposaste alguém que não mais te parece a criatura ideal que conheceste. A convivência te arrancou aos olhos as cores diferentes com que o noivado te resguardava o futuro que hoje se fez presente.

Em torno, provações, encargos renascentes, familiares que te pedem apoio, obstáculos por vencer. E sofres.

Entretanto, recorda que antes da união falavas de amor e te mostravas na firme disposição em que assumiste os deveres que te assinalam agora os dias, e não recues da frente de trabalho a que o mundo te conduziu.

Se a criatura que te compartilha transitoriamente o destino não é aquela que imaginaste e sim alguém que te impõe difícil tarefa a realizar, observa que a união de ambos não se efetuaria sem fins justos e dá de ti quanto possível para que essa mesma criatura venha a ser como desejas.

Diante de filhos ou parentes outros que se valem de títulos domésticos para menosprezar-te ou ferir-te, nem por isso deixes de amá-los. São eles, presentemente na Terra, quais os fizemos em outras épocas, e os defeitos que mostrem não passam de resultados das lesões espirituais causadas por nós mesmos, em tempos outros, quando lhes orientávamos a existência nas trilhas da evolução.

É provável tenhamos dado um passo à frente. Talvez o contato deles agora nos desagrade pela tisna de sombra que já deixamos de ter ou de ser. Isso, porém, é motivação para auxílio, não para fuga.

Atentos ao princípio de livre arbítrio que nos rege a vida espiritual, é claro que ninguém te impede de cortar laços, sustar realizações, agravar dívidas ou delongar compromissos.

Divórcio é medida perfeitamente compreensível e humana, toda vez que os cônjuges se confessam à beira da delinqüência, conquanto se erija em moratória de débito para resgate em novo nível. E o afastamento de certas ligações é recurso necessário em determinadas circunstâncias, a fim de que possamos voltar a elas, algum dia, com o proveito preciso.

Reflete, porém, que a existência na Terra é um estágio educativo ou reeducativo e tão só pelo amor com que amamos, mas não pelo amor com que esperamos ser amados, ser-nos-á possível trabalhar para redimir e, por vezes, saber perder para realmente vencer.


EMMANUEL

segunda-feira, 4 de abril de 2011

CAPACITAÇÃO DE VOLUNTÁRIOS PARA O SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA E PROMOÇÃO SOCIAL


Capacitação de Voluntários para o Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita

O Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita da Federação Espírita do DF promoverá capacitação para a formação básica de voluntários.

O objetivo é facilitar a implantação e/ou o aperfeiçoamento do Serviço de Assistência e Promoção Social Espírita nas Casas Espíritas do DF, adaptando e atendendo às necessidades locais.

As inscrições começam dia 10 de abril e seguem até 19 de maio, seguindo o cronograma de cada CRD. Mais informações: janete_caldas@hotmail.com e frassinetegalvao@yahoo.com.br


Fonte: FEB

USE-SP, REALIZA ENCONTRO EM SEMANA DA PÁSCOA


USE-SP realiza encontro na semana da Páscoa

Departamento de Mocidade da USE convida para encontro de Páscoa - “O Essencial é Invisível aos Olhos Em busca das respostas interiores para viver os prazeres da Alma”.

A cada ano, na chamada “Semana Santa”, especificamente no final de semana da Páscoa, grupos de jovens espíritas se reúnem para a realização de Encontros organizados pelo Departamento de Mocidade da USE (o DM/USE). Esses encontros têm como objetivo possibilitar a confraternização dos membros das Mocidades Espíritas, estudo da Doutrina Espírita, estímulo à vivência dos princípios espíritas e a participação e integração dos jovens nos trabalhos de Mocidade Espírita e Movimento Juvenil de Unificação. Cada uma das quatro regiões administrativas do DM/USE tem seus encontros, que acontecem simultaneamente unindo os jovens espíritas de São Paulo num mesmo ideal.

Na 1ª Assessoria, que abrange o Leste do Estado, temos a COMELESP, na 2ª, no Centro-Leste, a COMECELESP, na 3ª Assessoria, no Norte do Estado, é a COMENESP, e na 4ª é a COMENOESP, no Noroeste. Porém como foi dito, a cada 5 anos as 4 Confraternizações de Mocidades Espíritas Seccionais de São Paulo se reúnem em um mesmo encontro: a COMJESP.

Para 2011, nossa cidade sede é Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. Durante os dias 21, 22, 23 e 24 de abril, será desenvolvido o tema “O Essencial é Invisível aos Olhos - Em busca das respostas interiores para viver os prazeres da Alma”.

Realizada pelo Departamento de Mocidade da USE, a COMJESP já está envolvendo boa parte dos jovens espíritas de São Paulo, a final de contas esperamos reunir mais de 1.000 jovens neste encontro.

Várias mocidades do vale já confirmaram presença!
Faça como elas! Participe! Vamos aproveitar para aprendermos, trocarmos experiências e fazermos amizades com jovens de todo o estado!

Agora que você já tem algumas informações importantes sobre a COMJESP, é hora de iniciar sua inscrição para fazer parte deste grande evento, que será um marco na história do movimento juvenil de unificação no estado de São Paulo. Toda a alegria contagiante que nos evolverá nesses quatro dias, fortalecerá os laços de amizade, favorecerá a criação de novas amizades, além dos encontros e reencontros.
Vamos juntos, afinal de contas “Juntos podemos fazer muito mais”.


Fonte: USE-SP - União das Sociedades Espíritas de São Paulo



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MEDICINA E ESPIRITUALIDADE JUNTAS EM GOIÂNIA


Medicina e Espiritualidade juntas em evento em Goiânia

Nos dias 29 e 30 de abril de 2011, a Associação Médico-Espírita de Goiás realizará o I Simpósio Goiano de Medicina e Espiritualidade e a I Jornada Médico-Espírita de Goiás. Na ocasião, haverá o lançamento do livro O Passe Como Cura Magnética.

Marlene Nobre, Joaquim Tomé de Souza, Paulo Verlaine Borges, Ângela Alessandri, Célia Dantas, Antônia Marilene, Jorge Cecílio Daher Jr., Sérgio Vêncio e Giselle Fachetti Machado são os palestrantes já confirmados.

Os temas apresentados serão "O Passe Como Cura Magnética, "Trajetória Evolutiva do Princípio Espiritual", "Visão Espiritual do TDAH", "Espiritualidade no Cuidar de Pessoas com Agravos à Saúde", "Física Quântica, Medicina e Espiritualidade", "A Alma do Coração", "Espiritismo e Neurociências", "Tratamento Espiritual das Doenças Físicas", "Bases Científicas e Morais em Favor da Vida" e "O Poder Incomparável do Amor".

Haverá espaço destinado para um breve debate com o público, além de momento artístico.

As atividades acontecerão no Auditório do Conselho Regional de Medicina de Goiás, Rua T-27, nº 148, Setor Bueno, Goiânia, GO.

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (62) 9624-3556.



NOTÍCIAS

BENEFICIOS OCULTOS SEMPRE PRESENTES


Benefícios Ocultos Sempre Presentes
Do magnífico livro TRAMAS DO DESTINO (Ed. FEB, Divaldo/Philomeno de Miranda), transcrevo linda página do capítulo 4, para reflexão dos leitores.
"(...) Esses Benfeitores amorosos não liberam os seus tutelados da canga do sofrimento de que necessitam por impositivo dos próprios erros, que lhes cumprem resgatar, recompondo as paisagens humanas que ficaram ermas, em fase da sua instância infeliz. Se o fizessem, seria, antes, uma atitude arbitrária de injustiça, o que constituiria derrogação da leis soberanas que regem a vida, em nome de um falso amor, mais conivência com o erro que estrutura de sabedoria iluminativa e libertadora a benefício geral. Todavia, inspiram decisões felizes, evitam ciladas odientas, que aumentam o padecimento, em virtude da rebeldia a que se arrojam os incautos com a soma das cargas imprevisíveis que arrostam e a que se impõem, danosas; impregnam-nos de forças superiores decorrentes da oração e do intercâmbio psíquico, que estabelecem e mantêm em psicosfera de harmonia e esperança; induzem pessoas ao bem e facultam fatores que auxiliam, atenuando os testemunhos; iluminam a consciência e ativam as lembranças passadas, reavendo-as dos arquivos da memória, a fim de perceberem que a indefraudável justiça divina é também amor, e que o amor é mais apurada metodologia existente para a libertação e aprendizagem do espírito sequioso de evolução; amparam, moralmente, com a sua presença e tornam-se faróis íntimos a apontarem rumo na noite das provações santificadoras. (...)"
Texto claro para nossas reflexões diante das dificuldades todas que todos enfrentamos, convidando-nos à sintonia com esses abnegados amigos anônimos e silenciosos que nos estimulam à superação das lutas. Procuremos sempre lembrar da presença deles em nosso cotidiano, facilitando inclusive o bem estar que tanto precisamos. Eles estão sempre a nos beneficiar em nome do amor, embora silenciosamente e discretamente, porém constantemente presentes nas lutas, com a inspiração do amor, do estímulo, convidando-nos a prosseguir com perseverança.
E aliás, recordemos que o trabalho é realmente o apoio indispensável. A fuga ou o abandono da tarefa espírita, em função do acúmulo de dificuldades enfrentadas, pode significar o agravamento das limitações. Não em virtude de abandono deles, mas pela ausência em nós do polo de ligação com eles: a sintonia com a tarefa da fraternidade, o compromisso doutrinário da perseverança ou a prioridade dos valores espirituais.
Por isso, uma vez mais, bendito o trabalho espírita! Bendito o Centro Espírita que nos possibilita as oportunidades de crescimento, através do trabalho...


ORSON CARRARA

BASTA QUE SAIBAS


Basta que Saibas
É tão fácil ser feliz - basta que saibas viver.
Basta que saibas compreender as atitudes mais incoerentes.
Basta que não te escandalizes com ninguém.
Basta que tudo vejas com naturalidade.
Basta que te contentes com o que tens e com o que és.
Basta que não te aflija para ser depressa mais do que te é possível.
Basta que não ambiciones o que não é teu.
Basta que executes o teu trabalho.
Basta que faças o óbvio e não o extraordinário.
Basta que te mostres disposto a perdoar, sem ofender a quem seja.
Basta que, na Terra, não permaneças na expectativa de felicidade absoluta.


IRMÃO JOSÉ

MADRUGADA EXUBERANTE


Madrugada Exuberante
A noite esplendente de círios estrelares banhava-se de suave luar, que se refletia sobre as águas tranqüilas do mar espelho.
O dia havia sido caracterizado por amena temperatura, enriquecido simultaneamente por incontáveis emoções.
Sucediam-se as experiências no convívio com as massas humanas, incessantes, com suas aflições que recordavam ondas contínuas espraiando-se nas areias imensas salpicadas de seixos e conchas variadas.
O hinário da Boa Nova era cantado na região por quase todas as bocas, mas, as interpretações variavam de acordo com as necessidades de cada qual.
Tinha-se a impressão que os Céus haviam descido à Terra e se fundiram umas nas outras as canções de amor e os lamentos clamorosos, que logo após silenciaram suas vozes desesperadas.
Jesus constituía, sem dúvida, o divisor das águas e daqueles dias turbulentos...
Os discípulos haviam acompanhado o Mestre durante o aconselhamento à uma desesperada mãe, que Lhe buscara o socorro, face à perda do filho amado que o anjo da morte arrebatara.
O desespero da suplicante logo se transformara em tranqüila e dúlcida alegria que lhe colocara luz brilhante nos olhos antes amortecidos pela aflição.
Como a morte sempre era temida e certamente detestada, utilizando-se da noite harmoniosa, na qual o Amigo parecia aguardar as inquietações dos discípulos, sentado diante do mar ornado da luz da lua, musicada pelos ventos suaves e pelo espreguiçar das vagas macias nas areias úmidas, formou-se o grupo gentil, cujo silêncio foi quebrado pela voz de João, o jovem que O amava com arrebatamento.
Havia uma doce magia no ar, que bailava no velário das sombras salpicadas de pingentes de prata...
— Como entender a morte, Mestre querido – indagou o discípulo ansioso – que sempre nos ameaça e apavora? Ante a sua inexorável fatalidade, nossos dias perdem a cor e a beleza, quase tirando-nos a razão de existir. Como entender a hedionda mensageira da sombra?
O nobre Guia desenhou tranqüilo sorriso na face banhada pelo argênteo luar, e respondeu com doçura:
A morte não é mensageira da sombra, nem do pavor, mas a missionária da vida imperecível. É a incompreendida intermediária entre Deus e os seres sencientes, encarregada de reconduzir os homens ao verdadeiro lar, após terem encerrado os seus compromissos na escola terrestre. Suavemente ou mediante ação abrupta, sem agressão nem receio, convoca reis e vassalos, mendigos e poderosos, crianças e anciãos, sadios ou enfermos ao despertar do sono fisiológico, fazendo-os volver ao país da consciência desperta, ao Grande Lar.
Portadora de alta responsabilidade, apresenta-se com a mesma nobreza a todos os seres, desvestindo-os das pesadas roupagens da ilusão, para a vivência da realidade inevitável. Sem o seu árduo trabalho a vida não teria qualquer sentido e o corpo se decomporia durante a existência, que se alongaria sem limite com tormentos inimagináveis... Para uns, todavia, é a misericórdia que chega em momento máximo, para outros, trata-se da libertação do cativeiro. Alguns a tomam como cruel inimiga, enquanto diversos a odeiam com rebeldia. Não obstante, impávida, faz-se instrumento da Vida para a grandeza do ser indestrutível.
— E o sofrimento, Senhor, que ela impõe – voltou, à carga, o discípulo receoso -, não dilacera a alma daqueles que ficam?! Morrer, afinal, dói?
O incomparável Benfeitor alongou o olhar pela noite feliz, e após breve reflexão, elucidou:
— A Casa de meu Pai tem infinitas moradas. Cada flor de luz que brilha ao longe é um pouso feliz que nos aguarda após vencidas as batalhas terrenas. Para alcançá-lo é necessário descer aos vales humanos nas roupas densas da matéria, a fim de tecer as delicadas asas de luz que nos erguerão aos seus planos quase divinos. Sem a morte compassiva e misericordiosa, isso não seria possível. Passo a passo, o viajante vence as distâncias no mundo físico. Da mesma forma, graças à morte-vida, à vida-após-a-morte desaparecem os abismos que medeiam entre os sublimes lares que voam na amplidão e a pequenina Terra onde nos encontramos.
Silenciando novamente por breves segundos, com específica entonação de voz, prosseguiu:
— Morrer não dói. O desprendimento é suave para os justos e inquietante para aqueles que são portadores de consciência culpada. O trânsito que leva à liberdade entre o cárcere e o horizonte largo, sem barreira, é sempre rico de expectativa e não de sofrimento. A marcha, porém, de cada qual, é resultado da conduta vivenciada no período do cativeiro. Quem considera o corpo como a única realidade, sofre decepção e angústia, medo de o abandonar e apego à forma em decomposição, fenômeno que se alonga por largo período, enquanto dure a alucinação. No entanto, quem o utilizou como educandário de iluminação para o espírito, deixa-o, qual borboleta ditosa que abandona o casulo pesado para flutuar na leve brisa do dia... A morte após o dever cumprido transforma-se em madrugada iridescente, que é o pórtico da imortalidade ditosa, onde o amor inunda o recém-liberto de alegria, sem dor nem saudade da caminhada terrestre.
É necessário viver de maneira que a morte lhe signifique prosseguimento, sem qualquer interrupção, conduzindo o ser no rumo da plenitude, da paz inefável.
Fez novo silêncio repassado de emoção, que igualmente dominava os ouvintes, logo dando continuidade:
— Eu vim para que todos tenhais vida em abundância no meu reino, que se amplia além das fronteiras da morte. Sem ela, não o alcançareis. Superando os desafios e vencidas as paixões, o ser se sutiliza e passa a habitar em mundo feliz, sem angústia ou ansiedade alguma.... A fim de o conseguir, torna-se indispensável que o amor e o dever diluam as sombras da ignorância que encarceram nas masmorras da carne o desavisado, sem permitir-lhe os vôos libertadores que anela realizar.
Quando se calou, os amigos tinham lágrimas que não se atreviam a descer da comporta dos olhos. Saudades de seres amados e gratidão pelo que lhes haviam oferecido, esperanças de vitórias futuras sobre as pesadas algemas dos desejos, das falsas necessidades e sonhos de felicidade, mesclavam-se nos seus sentimentos, e eles entenderam que o corpo é meio, é veículo de condução, mas o Espírito é o imperecível instrumento do Pai Criador, que nos aguarda nos penetrais do Infinito, e que a morte libera da injunção penosa.
A noite harmônica e perfumada, então dominada pelo lucilar dos astros e as ânsias da Natureza, insculpiu no ádito daqueles corações a mensagem da imortalidade, enquanto o Mestre os preparava para a madrugada resplandecente do futuro reino dos Céus.


AMALIA RODRIGUES